Marcadores tumorais para câncer de mama

Os marcadores tumorais são certos elementos que, geralmente, estão no corpo humano porque foram produzidos por células cancerígenas ou fazem parte delas. Também podem ser encontrados em outras células e representam uma resposta a demais doenças, como tumores não malignos.

O avanço da ciência ajuda milhares de pessoas não apenas a cuidar melhor da própria saúde, mas principalmente a detectar de forma precoce várias doenças.

O médico pode solicitar inúmeros exames durante as consultas de rotina e a precisão deles eleva bastante as chances de cura ao iniciar logo o tratamento.

A genética médica aliada a tecnologia nos permite identificar substâncias que nos alertam a um possível diagnóstico muito precoce, principalmente quando se trata de tumores malignos.

Há um conjunto de exames chamado marcadores tumorais para câncer de mama, por exemplo.

Podem indicar o desenvolvimento de um câncer, de tumores (às vezes benignos) ou ainda o surgimento de doenças em certas partes do organismo.

Eles não são tão claros e por isso às vezes também indicam doenças no fígado ou em outro órgão. De qualquer forma, ajudam os médicos a traçar diagnósticos.

Alguns marcadores são precisos e já conseguem distinguir um tipo específico de câncer. Outros, ainda são vagos e identificam dois ou mais espécies de câncer.

Mesmo que eles ainda não reconheçam qualquer tipo de tumor, não devem ser descartados, pois são valiosos quando analisados com outros exames. O importante é diagnosticar o mais rápido e tão logo iniciar o tratamento.

Os marcadores tumorais também são bastante úteis no acompanhamento de mulheres que já receberam o diagnóstico de câncer de mama.

Servem para verificar o quanto ele é agressivo, de que forma pode ser tratado e se o organismo da paciente está reagindo bem à medicação.

Veja quais são os principais marcadores

1 – Antígeno carcinoembriônico (CEA): Aparece de forma precoce nos casos em que há metástase óssea ou pulmonar. Mesmo assim, é observado para melhorar o tratamento de câncer de mama com metástase.

 

2 – CA 15-3: Tem a vantagem de ser mais preciso no diagnóstico do que o CEA, pois indica como está evoluindo as metástases regionais e a distância. Existe um quadro de avanço da doença, em 80% a 90% dos casos, quando a concentração desse marcador é superior a 25%.

 

3 – CA 27-29: Trata-se de uma proteína que eleva a própria concentração, principalmente quando acontece a recorrência do câncer de mama. Devido ao seu histórico de resultados, pode ser considerado um marcador tumoral.

Em certos casos, ele é mais indicado que o CA 15-3, mesmo tendo características quase iguais, porque se mostra mais eficiente ao diagnosticar de forma precoce a recorrência do câncer de mama. Esse marcador também é melhor ao revelar que o organismo não está respondendo como esperado ao tratamento da doença.

Apesar da alta sensibilidade que ele tem para identificar o retorno da doença, o CA 27-29 é pouco objetivo quando o exame é feito com o intuito de detectar pela primeira vez o câncer de mama. Por isso, o procedimento mais indicado consiste em analisá-lo com outros exames, como: dosagem do marcador CA 15-3, AFP (alfafetoproteina), CEA e mamografia.

 

Quando os marcadores tumorais estão com seus valores de referência elevados, isso indica a recorrência do câncer de mama ou a própria metástase. Mas não é só isso que eles apresentam. Tais valores também podem estar ligados à doença em outras partes do corpo, como por exemplo:

 

Rim

Fígado

Ovário

Pulmão

Colo do útero.

 

Os marcadores ainda podem surgir nos casos de endometriose, cistos no ovário, tumor benigno na mama, cálculos renais e doenças hepáticas.

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