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Covid-19: saiba o que é e também como prevenir.

A Covid-19 entrou para a história mundial e durante muito tempo as pessoas vão continuar falando dela. Milhares de notícias já circularam pelo planeta, mas, mesmo assim, você sabe exatamente de que se trata essa doença? Vamos lá, é fácil de entender e também de se prevenir.

Ela é uma doença causada pelo Novo Coronavírus (SARS-COV2) e ele faz parte de uma família muito grande de vírus, a Cov. São mais de 40 tipos conhecidos pelos cientistas, sendo que a maioria infecta apenas animais. Mesmo assim, a mutação deles fez com que chegassem aos humanos.

A primeira vez que o SARS-COV foi identificado ocorreu em 2002, também na China. Causou a doença chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e matou centenas de pessoas naquele país. Pode ser que você se lembre de ter visto isso divulgado no noticiário daquela época.

Tal vírus foi encontrado de novo na China, em dezembro de 2019, mais especificamente em Wuhan. Essa cidade tem a extensão de 8,4 mil Km2 e 11 milhões de habitantes. O Novo Coronavírus contaminou as pessoas muito rápido, se espalhou pelo país e depois no mundo inteiro.

Fique atento aos sintomas da Covid-19 e não bobeie

Um dos grandes problemas da Covid-19 é a dificuldade em identificá-la só por meio dos sintomas, pois eles variam bastante. Podem ser um simples resfriado, uma Síndrome Gripal (SG) ou pneumonia grave.

Aliás, a Síndrome Gripal é caracterizada pela elevada dificuldade de respirar, causada por no mínimo dois dos seguintes sintomas: sensação febril ou febre com dor de garganta, dor de cabeça, tosse e coriza. É importante ficar atento.

De forma geral, veja quais são os sintomas mais comuns que você pode observar para a Covid-19:

• Tosse;
• Febre;
• Coriza;
• Dor de garganta;
• Dificuldade para respirar;
• Perda de olfato (anosmia);
• Alteração do paladar (ageusia);
• Distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia);
• Cansaço (astenia);
• Diminuição do apetite (hiporexia);
• Dispneia (falta de ar).

Segundo as estatísticas, por volta de 90% dos pacientes apresentam mais de um sintoma e 15% sentem febre, tosse e dispneia, que é a falta de ar. Náuseas ou diarreia podem surgir um ou dois dias antes de a pessoa começar a sentir febre e dificuldade para respirar.

É importante ressaltar que há muitos portadores assintomáticos do Coronavírus, ou seja, indivíduos que foram contraídos com o vírus e, mesmo assim, não têm nenhum sintoma.

Essa situação é a de maior perigo quando se fala em transmissão da doença, pois essas pessoas não sentirão nada ou terão sintomas quase imperceptíveis.

O problema está no fato de tais doentes serem os maiores potenciais contaminadores. Isso acontece porque quando eles mantêm contato social próximo, podem transmitir o vírus e a Covid-19 se manifestar de forma grave na outra pessoa. Pode acontecer com familiares, amigos e colegas de trabalho, por exemplo.

Conscientização e prevenção são as melhores iniciativas para ficar longe da Covid-19. Ouça o podcast da Alexandra Manfredini sobre os cuidados adicionais que os portadores de diabetes devem ter.


Transmissão da Covid-19 é fácil e manutenção da saúde exige muita prevenção 

A contaminação do Coronavírus acontece de uma pessoa para outra e quanto mais você se previne, menos chance tem de ficar doente. Parece óbvio, mesmo assim, muita gente age como se a transmissão fosse mais difícil.

O simples toque durante um rápido aperto de mão já é o suficiente para contaminar quem está sadio, mesmo que a pessoa doente não tenha nenhum sintoma. Não é à toa que o novo hábito é cumprimentar tocando os cotovelos.

Pegar objetos que foram usados por quem está doente também representa risco. A mesa, o talher, o celular, a maçaneta e o teclado do computador, são apenas alguns exemplos de que qualquer superfície é suspeita.

Exatamente por isso, também se tornou normal higienizar toda a compra ao chegar em casa, retornando do mercado. As roupas, claro, vão todas para lavar.

Outras formas de contaminação ocorrem por meio do contato com as seguintes substâncias:

• Gotículas de saliva;
• Espirro;
• Tosse;
• Catarro.

O uso contínuo e correto da máscara reduz o risco exatamente desses tipos de transmissão.


Orientações 

Siga os cuidados abaixo para se proteger da melhor forma possível. Existem ainda mais providências para quem tem diabetes.

• Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então as higienize com álcool em gel 70%. Essa frequência deve ser ampliada se você estiver em algum ambiente público (locais de trabalho, prédios e instalações comerciais, por exemplo), quando for utilizar transporte público ou tocar em superfícies e objetos de uso compartilhado;

• Ao tossir ou espirrar, cubra o nariz e a boca com lenço ou com a parte interna do cotovelo. Não toque nos olhos, no nariz, na boca ou na máscara de proteção sem higienizar as mãos.

• Talvez você precise encostar em alguma dessas partes do corpo, afinal, ninguém está livre de uma coceira, não é mesmo? Neste caso, higienize sempre as mãos como já indicado.

• Quando estiver em lugares públicos ou de convívio social, mantenha a distância mínima de um metro das pessoas. Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com sorriso no rosto. A gentileza e o bom humor precisam ser contagiantes. 

• Higienize com frequência o celular, os brinquedos e outros objetos utilizados com frequência.

• Não compartilhe objetos de uso pessoal como: talheres, toalhas, pratos e copos.

• Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.

• Evite ir sem necessidade para a rua. Também deixe de frequentar por um tempo os locais como: teatro, cinema, shopping, igreja, show e estádio de futebol. 

• Se estiver doente, evite contato próximo com outras pessoas, principalmente idosas e com doenças crônicas. Procure orientação pelos canais on-line oferecidos pelo SUS ou o atendimento nos serviços de saúde. Siga sempre as recomendações do profissional de saúde.

• Durma bem e tenha alimentação saudável.

• Recomenda-se a utilização de máscaras em todos os ambientes.  As máscaras de tecido (caseiras/artesanais) não são Equipamentos de Proteção Individual (EPI), mas podem funcionar como barreira física, em especial contra a saída de gotículas potencialmente contaminadas.


Saiba quais são os exames que o CEDLAB oferece para diagnóstico

Quem sente dificuldade para respirar e febre ou há pouco tempo teve contato com alguém infectado, deve procurar um profissional de saúde, mesmo sem apresentar sintomas.

Existem alguns exames que podem ser feitos para ver se a pessoa está contaminada e ele pode indicar alguns deles, como por exemplo:

• Pesquisa de antígenos em secreção nasal e orofaringe pelo método biologia molecular, é o RT-PCR em tempo real. O exame é feito entre o segundo e oitavo dia após o início dos sintomas.

Resultado: de 2 a 4 dias úteis.

• Pesquisa de antígenos em secreção nasal pelo método de Imunocromatografia. O exame é feito entre o segundo e oitavo dia após o início dos sintomas. 

Resultado: mesmo dia.

Outros exames podem ser feitos caso a pessoa tenha desenvolvido a doença. Também dá para saber se alguém já teve contato com o vírus, mesmo sem ter sentido nenhum sintoma.

Nestes casos, os exames indicados são os sorológicos (realizados no sangue), colhidos a partir do décimo quarto dia do início dos sintomas ou do contato com pessoas infectadas. Eles indicam a presença das imunoglobulinas IgM e IgG. Veja quais são:

• Dosagem quantitativa de IgG, IgM por quimioluminescência. 
Resultado: 2 dias úteis.

• Dosagem qualitativa de IgG, IgM por Imunofluorencência para detecção de anticorpos IgG, IgM. 
Resultado: mesmo dia.

Existe até um exame que é ideal para ser feito em empresas e no comércio em geral. É o de triagem para detecção de anticorpos IgG, IgA e IgM sem diferenciação deles para avaliação de possível contato com o vírus.

• Pesquisa de anticorpos totais no sangue.
Resultado: até 2 dias úteis.

 

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